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 BEIRA MAR 

“Não sou eu quem me navega, Quem me navega é o mar...” Quem te navega? Que emoções, sentimentos, alegrias e tristezas trazes contigo? O que o olhar pode nos revelar? Em tempos de pandemia, optei por rever meu antigo acervo e nele encontrei o olhar da esperança. Esperança de quem está a beira mar, como um velho marujo que sabe que as marés são necessárias e vitais para o ciclo da vida. E que o vazio e o silêncio são necessários para a reflexão e “...Se é de terra que fique na areia, o mar bravo só respeita rei...”